Quais riscos de quedas em ambiente domiciliar?

 

    A queda em idosos é algo comum, porém, com muitas consequências, podendo sinalizar o início de fragilidade ou indicar doença aguda. Além dos problemas médicos, as quedas apresentam custo social, econômico e psicológico enormes, aumentando a dependência e a institucionalização. Idosos não institucionalizados tendem a cair por problemas ambientais, seguidos de fraqueza/distúrbios do equilíbrio e marcha, "síncope de pernas", tontura/vertigem, alteração postural/hipotensão ortostática, lesão do Sistema Nervoso Central, síncope e outras causas.

    A probabilidade de uma queda aumenta em caso de atividades e comportamentos de risco e ambientes inseguros, pois levam as pessoas a errar o passo, tropeçar, escorregar e pisar em falso. Atividades rotineiras, que imaginamos não ter risco, como deambulação e transferências, geralmente dentro de casa, num ambiente familiar e bem conhecido, podem levar idosos fragilizados a caírem. Quanto mais exposto à um ambiente inseguro e com capacidade funcional diminuída, esse idoso corre mais risco de quedas. Por exemplo, tapetes e fios de aparelhos eletrônicos espalhados no chão, pode ser um grande risco para um idoso com alterações da marcha e do equilíbrio.

    Veja os principais fatores de risco em ambiente domiciliar:

  • Piso escorregadio;
  • banheiro sem piso antiderrapante;
  • escadas com superfície escorregadias e sem corrimão;
  • tapetes e objetos soltos pela casa;
  • armários e estantes fora do alcance;
  • interruptor da luz em locais de difícil acesso;
  • ambiente pouco iluminado;
  • entulhos no quintal.
    Acompanhe abaixo, medidas que podem ser tomadas em ambiente domiciliar para que nossos vôzinhos e vózinhas fiquem mais seguros:



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